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A vacinação é um dos fatores mais importantes para a prevenção da gripe 
em adultos e crianças

As crianças, nesta época do ano, são muito expostas ao vírus da gripe, pois elas convivem, diariamente, em grupos nas escolas, creches, clubes, transporte escolar e público, além de outros locais de aglomeração, o que as deixa mais suscetíveis ao contágio. Além disso, tornam-se disseminadoras da doença também entre os adultos.

A Sociedade Brasileira de Pediatria destaca que as crianças em idade escolar, durante o período sazonal da gripe, são muito suscetíveis a contrair o vírus da gripe e bactérias que causam infecção de vias aéreas. Por isso, é importante redobrar os cuidados com os pequenos. “A vacinação é um dos fatores mais importantes para a prevenção do vírus da gripe em adultos e crianças e a vacina quadrivalente, oferecida por algumas clínicas particulares e de acordo com a Organização Mundial de Saúde e Anvisa, protege contra os vírus A/H1N1, A/H3N2, B/Brisbane e B/Phuket, os principais causadores de surtos de gripe no mundo. Quando o corpo entra em contato com um vírus, pode ou não desenvolver a doença, mas iniciará a produção de anticorpos contra o microrganismo o que pode tornar o indivíduo imune a esta doença no futuro”, explica a pediatra Myrna Campagnoli, do Laboratório Frischmann Aisengart.

Segundo a médica, a vacinação permite que o organismo se prepare para combater bactérias e vírus que causam doenças graves, como alguns tipos de gripe, sendo indispensável para a prevenção ou pelo menos, amenização da doença. Por isso, é fundamental estar atento ao calendário de vacinação na rede pública de Saúde, de acordo com a faixa etária das crianças e, também, buscar a vacina nas unidades particulares. “A vacinação é imprescindível no combate aos surtos da doença, que chega com força nos períodos mais frios do ano”, alerta.

A gripe é uma infecção viral aguda do sistema respiratório, altamente transmissível, e causada, principalmente, pelo vírus influenza, que se dissemina por via aérea, por meio de gotículas ou pequenas partículas comumente expelidas durante a tosse ou espirro. “Hoje a gripe é causada, principalmente, por 4 cepas do vírus influenza, e o impacto nos grupos de alto risco, como crianças, gestantes e idosos pode ser muito sério. Crianças menores de dois anos e idosos com mais de 65 anos são os que possuem maior risco de apresentarem complicações da doença”, explica.

Vacina no Laboratório Frischmann Aisengart

A vacina quadrivalente contra a gripe estará em breve disponível no Laboratório Frischmann Aisengart. Ela protege contra as infecções causadas pelo vírus influenza, e sua composição é definida pela Organização Mundial de Saúde. Devido à curta duração de sua proteção - aproximadamente 1 ano - e à possibilidade de mudança da composição, deve-se tomar a vacina da gripe anualmente. Mais informações: http://www.labfa.com.br/

Operação Pane Seca foi deflagrada na manhã deste sábado (25), em Curitiba e  região 

seis pessoas foram presas durante a Operação Pane Seca, deflagrada na manhã este sábado (25) pelo Departamento de Inteligência do Estado do Paraná (Diep). Elas são suspeitas de integrar duas quadrilhas que fraudavam a quantidade de combustível que sai das bombas, gerando prejuízo aos motoristas e ganhos para as organizações criminosas.

Outras seis pessoas continuavam foragidas e sendo procuradas pela Polícia Civil do Paraná até a publicação desta reportagem. Ainda durante a operação, nove postos de combustíveis foram fechados: seis em Curitiba, um em São José dos Pinhais e um em Colombo, na região metropolitana. Veja abaixo quais são eles:
Curitiba
- Posto Master Tingui
- Posto Varejista Itaipu
- Posto Karwel Petroleo e Participações Ltda
- Posto GRC Comércio de Combustíveis
- Posto JPS
- Auto Posto Midas Uberaba
São José dos Pinhais
- Posto Via Aeroporto
Colombo
- Posto Comércio de Combutíveis RUBI
- Posto Comércio de Combustíveis Colina
A polícia suspeita, ainda, que a organização criminosa esteja se expandindo para outros estados, como São Paulo e Santa Catarina.
Durante o cumprimento de 14 mandados de busca e apreensão, os policiais do Diep encontraram placas de bombas que eram usadas na fraude, além de mais de R$ 800 mil em cheques e R$ 1,5 mil em espécie. Também foram apreendidos computadores e pendrives, além de propostas de transações de bens que totalizam R$ 60 milhões.
A investigação
A investigação teve início a partir de requisição da Promotoria de Justiça de Defesa do Consumidor, do Ministério Público do Paraná (MP-PR), que recebeu informações da Associação Brasileira de Combate a Fraudes de Combustíveis (ABCFC) de que postos estavam fraudando a quantidade de combustíveis no momento do abastecimento.
Para a fraude funcionar, segundo a polícia, as duas quadrilhas recorreram à tecnologia: eram instalados dispositivos eletrônicos nas bombas. Eles eram os responsáveis por interromper o fluxo de combustível efetivamente expelido, sem que houvesse interrupção na medição da quantidade de litros a ser paga pelo consumidor.
Assim, a quantia de combustível de fato inserida nos tanques dos veículos dos consumidores era inferior ao que era registrado nas bombas. Isso fazia com que os clientes pagassem valores a mais em cada abastecimento.


    Suspeitos de fraudar combustíveis foram presos

(segue em baixo a lista) 



         Seis pessoas foram presas durante a operação "Pane Seca" deflagrada na manhã de sábado (25) pelo Departamento de Inteligência do Estado do Paraná (Diep) suspeitas de integrar duas quadrilhas que fraudavam a quantidade de combustível que sai das bombas - gerando prejuízo aos motoristas e ganhos para as organizações criminosas.
            Outras seis pessoas estão foragidas e estão sendo procuradas pala Polícia Civil do Paraná.
            Nove postos foram interditados por determinação da Justiça - seis em Curitiba, um em São José dos Pinhais e outro em Colombo, na região metropolitana. Há indícios de que a organização criminosa esteja se expandindo para outros estados.
             Durante o cumprimento de 14 mandatos de busca e apreensão, os policiais do Diep encontraram diversas placas de bombas que eram usadas para a fraude,além de mais de R$ 800 mil em cheque e R$ 1,5 mil em espécie, computadores e pendrives, além de propostas de transações de bens que totalizam R$ 60 milhões.
      
          Curitiba
- Posto Master Tingui
- Posto Varejista Itaipu
- Posto Karwel Petroleo e Participações Ltda
- Posto GRC Comércio de Combustíveis
- Posto JPS
- Auto Posto Midas Uberaba
São José dos Pinhais
- Posto Via Aeroporto
Colombo
- Posto Comércio de Combutíveis RUBI
- Posto Comércio de Combustíveis Colina

Cerca de 5 mil pessoas participaram de um passeio do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) neste sábado (26), na Região Metropolitana. Ainda conforme informações do Bope, aproximadamente 1,2 mil motos fizeram o trajeto.
Pela manhã, o comboio de motocicletas saiu da Academia da Polícia Militar (PM), no bairro Guatupê, em São José dos Pinhais, com destino à Lapa, na mesma região. Lá, a concentração aconteceu na Alameda Davi Carneiro, em frente ao prédio da prefeitura.
A inscrição para o passeio foi uma caixa de bombom; as doações devem ser entregues para instituições de caridade. O governador Beto Richa (PSDB) esteve presente no evento, que também teve bandas ao vivo, exposição de materiais do Bope e food trucks.
   

Secretaria Nacional do Consumidor diz que recall deve começar em até 5 dias e que consumidores serão reembolsados. Frigoríficos afetadas são Souza Ramos, Transmeat e Peccin.


Os frigoríficos Souza Ramos, Transmeat e Peccin, que estão entre os 21 investigados pela Operação Carne Fraca, terão que recolher todos os seus produtos, distribuídos a supermercados e também já vendidos a consumidores.
A determinação foi feita na quinta-feira (23) pela Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça. Em nota, a Senacon informou que os frigoríficos têm até 5 dias para dar início ao recall.
G1 procurou a Senacon para saber como o recall será feito e como os consumidores devem proceder, mas não havia recebido resposta até a última atualização desta reportagem.
Dos três, apenas o frigorífico Peccin teve unidades interditadas após a Carne Fraca, em Jaraguá do Sul (SC) e Curitiba. A empresa é suspeita de uso de carne estragada em salsicha e linguiça, uso de carne mecanicamente separada acima do permitido, uso de aditivos acima do limite ou de aditivos proibidos.
O Souza Ramos é suspeito de substituição de matéria-prima de peru por carne de aves e troca de favores por procedimentos fiscalizatórios. Já a Transmeat, por corrupção e injeção de produtos cárneos (água na carne de frango acima do permitido).
Em nota, a Senacon informa que a determinação do recall ocorreu após o Ministério da Agricultura comunicar o resultado de sua auditoria nesses frigoríficos.
Nessas auditorias, foi constatado, segundo a nota, que o frigorífico da Souza Ramos em Colombo (PR), "não detém controle dos processos relacionados a formulação e rastreabilidade de seus produtos não garantindo a inocuidade dos produtos elaborados."
Sobre o frigorífico da Transmeat, que fica em Balsa Nova (PR), a auditoria do ministério apontou que "o estabelecimento não detém controle dos processos relacionados à rastreabilidade dos produtos."
Já em relação à unidade da Peccin de Curitiba, o ministério identificou "suspeita de risco à saúde pública ou adulteração."
"Diante dos fatos, em 23 de março, a Senacon determinou que Souza Ramos, Transmeat e Peccin iniciem em até 5 dias o recall das carnes provenientes dos estabelecimentos mencionados. Todos os produtos com origem naqueles estabelecimentos devem ser recolhidos, com o devido reembolso ao consumidor, daquilo que for por ele restituído aos pontos de venda", diz a nota da Senacon.

Repercussão

Deflagrada há uma semana, a Operação Carne Fraca repercutiu dentro e fora do Brasil, que é um dos maiores produtores de carne do mundo. As suspeitas levaram alguns dos principais compradores da carne brasileira a suspender a importação, entre eles União Europeia, China, Japão, México, Chile e Emirados Árabes.
Hong Kong, segundo maior importador de carne do Brasil em 2016, que também havia adotado restrições, anunciou nesta sexta (24) que tirará do mercado a carne brasileira supostamente adulterada e procedente dos 21 estabelecimentos investigados na operação.
As restrições à carne brasileira já fizeram despencar as exportações de carne pelo Brasil e causa preocupação em produtores que fornecem os animais para os frigoríficos.
O presidente Michel Temer e o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, vêm apontando exagero na repercussão da Carne Fraca e o risco de a indústria de carne brasileira perder espaço. Nesta sexta, em discurso em São José do Rio Preto (SP), Temer disse que a carne produzida no Brasil é forte e é a "melhor do mundo."

A operação

Deflagrada pela Polícia Federal na semana passada, a Operação Carne Fraca investiga corrupção de fiscais do Ministério da Agricultura, suspeitos de receberem propina para liberar licenças de frigoríficos. Segundo a PF, partidos como o PP e o PMDB também teriam recebido propina.
Além de corrupção, a PF também apura a venda, pelos frigoríficos, de carne vencida ou estragada, dentro do Brasil e no exterior.
As investigações envolvem empresas como a JBS, que é dona de marcas como Friboi, Seara e Swift, e a BRF, dona da Sadia e Perdigão, além de frigoríficos menores, como Mastercarnes, Souza Ramos e Peccin, do Paraná, e Larissa, que tem unidades no Paraná e em São Paulo.
Na segunda, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, já havia anunciado a suspensão das exportações dos 21 frigoríficos investigados pela PF. Três deles fora interditados e pararam a produção. Os outros 18 podem continuar a vender dentro do Brasil.
O Ministério da Agricultura também afastou preventivamente os 33 servidores da pasta que são investigados na Operação Carne Fraca. Segundo o ministério, esses servidores vão responder a processo administrativo disciplinar.
agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) incluiu 12 novas substâncias às Listas de Substâncias Entorpecentes, Psicotrópicas, Precursoras e Outras sob Controle Especial.
“Duas substâncias são analgésicas precursoras do fentanil, um analgésico muitas vezes mais forte que a morfina. Umas quatro ou cinco são como a anfetamina, com o mesmo esqueleto químico, então elas causam efeitos alucinógenos”, comentou a professora Rossimiriam Freitas, do departamento de Química da Universidade Federal de Minas Gerais.
Os compostos foram adicionados a listas diferentes. Ficam proibidas no Brasil as substâncias Butirfentanil, U-47700, 3-MMC, 4-MEAPP, 25I-NBF, 30C-NBOMe, ALFA-EAPP, Dimetilona, N-Etilpentilona, e Pentilona. Elas foram incluídas na Lista F, que é a Lista de Substâncias de Uso Proscrito (ou proibido) no Brasil. São utilizadas como drogas de abuso, para fins recreativos e não há uso industrial ou medicinal reconhecidos.
Já as substâncias ANPP e NPP não estão proibidas no Brasil, porém ficam sujeitas a medidas de controle. Foram incluídas na Lista D1, que é a Lista de Substâncias Precursoras de Entorpecentes e/ou Psicotrópicos, e portanto, podem ser utilizadas para fins industriais lícitos. Devido à possibilidade de serem usadas na produção de drogas, precisam estar sujeitas a medidas de controle especiais, a fim de evitar o desvio para uso recreativo. A inclusão nas listas foi publicada no diário Oficial desta segunda-feira (20).
"Todas essas moléculas apresentaram atributos que conferiram alto risco à saúde. Considerando a nossa responsabilidade e papel, a gente toma uma medida administrativa que, em alguns casos é o controle especial, e em outros casos é a proibição, para que diminua a oferta do produto no Brasil", disse Renata Moraes, gerente da área de produtos controlados da Anvisa.
"A partir do momento que elas são incluídas na portaria, caso essas substâncias sejam encontradas em território nacional sendo vendidas, ou em posse de alguém, o responsável pode ser enquadrado na lei de drogas, como tráfico", completou.

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