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A Prefeitura de São José dos Pinhais, em atendimento a legislação eleitoral (Lei nº 9504/97, artigo 73,VI,b), a partir do dia 30 de junho, não mais publica conteúdo noticioso em seu Portal e também retirou do ar suas páginas em redes sociais. A lei estabelece uma série de restrições para a divulgação de atos da Administração Municipal durante o período eleitoral. O retorno dos serviços voltará a normalidade em 03 de outubro.
As áreas de serviço do Portal continuarão ativas para uso dos são-joseenses. A Secretaria de Comunicação Social continuará trabalhando normalmente e à disposição dos veículos de imprensa. O atendimento eletrônico com a população será realizado exclusivamente via Fale Conosco, localizado no alto do Portal.
A Prefeitura de São José dos Pinhais, por meio da Secretaria de Comunicação Social, cumprirá a determinação legal de suspender a divulgação de publicidade em qualquer meio de comunicação, como televisão, rádio, jornal, busdoor, mobiliário urbano, entre outros.
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Uma operação deflagrada pela Divisão Estadual de Narcóticos (Denarc) prendeu 22 pessoas em Dois Vizinhos e Foz do Iguaçu, no sudoeste e oeste do Paraná, nesta quinta-feira (30). O grupo é apontado como principal responsável pelo tráfico de drogas em Dois Vizinhos. Os policiais ainda cumpriram 22 mandados de busca e apreensão nas duas cidades.

Ao longo das investigações, que duraram dois meses, os agentes da Denarc descobriram que a organização criminosa além de ser responsável pelo tráfico de drogas no município também praticava outros crimes. No período de investigações, foram presas oito pessoas em flagrante, cinco por posse de arma de fogo e três por tráfico de drogas, e apreendidas diversas porções de drogas.
Nesta quinta-feira, os policiais apreenderam seis veículos e algumas motocicletas que eram utilizadas para o tráfico de entorpecentes. Os policiais também apreenderam armas de fogo, munição e porções de drogas prontas para comercialização.

A operação denominada Jirau contou com o apoio de mais de 100 policiais civis e militares.
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Antes de morrer, a Miss Brasil 2004 Fabiane Niclotti, de 31 anos, deixou recomendações escritas à família. Conforme o delegado Gustavo Barcellos, que investiga o caso, Fabiane escreveu bilhetes com instruções que gostaria que fossem atendidas, como o destino do seu cachorro, do carro e também do seu velório, ocorrido no final da tarde de quarta-feira (29). Ela foi encontrada morta na noite de terça-feira (28), em sua cama em Gramado, na Serra do Rio Grande do Sul.

“O irmão dela encontrou uns bilhetes dando recomendações. Neles, ela indica com quem deve ficar o cachorro, que o carro deve ser vendido, também diz que gostaria de um funeral reservado. São escritos com as últimas vontades delas, recomendações à família e amigos”, diz o delegado Barcellos.
Na manhã desta quinta-feira (30), ele ouviu dois amigos íntimos da miss. Segundo ele, os depoimentos reforçam a tese de que ela estava com depressão e confirmam que ela vinha anunciando que não pretendia mais viver.
O delegado Barcellos, que trata o caso como suicídio, conta que uma série de fatores levaram Fabiane a praticar o ato. “Uma amiga disse ela sentia um peso pela questão de ter sido miss. Que a Fabiane acreditava que as pessoas se aproximavam dela por ter sido miss, e não por aquilo que ela era. Outras questões, de ordem pessoal e familiar, também contribuíram”, relata o investigador.
 
'Inacreditável', diz missólogo preparador de Fabiane
A morte de Fabiane Niclotti pegou de surpresa o missólogo Evandro Hazzy, que conheceu a miss Brasil em 2003, quando começou a acompanhar sua carreira.
"É inacreditável o que aconteceu. Todo ser humano tem altos e baixos, mas ela nunca, nunca transparecia tristeza", lamenta Hazzy, que há um mês ele não via Fabiane. "Nos encontramos em uma festa em Porto Alegre há um mês. Ela estava chegando e eu saindo. Ela estava lindíssima".
Ao G1, Hazzy revela não teve condições de ir ao velório e enterro da miss, ocorrido nesta quarta-feira (29). "Estou sob efeito de remédios. Não tenho cabeça para ir. Tentei ligar para o irmão, mas não consegui contato. Vou guardar lembranças maravilhosas dela."
Fabiane Niclotti foi eleita Miss Rio Grande do Sul em 2003. No ano seguinte, conquistou a coroa de Miss Brasil. No mesmo ano, disputou o Miss Universo 2004, mas não se classificou entre as semifinalistas.
Misses lamentam morte
A morte da miss causou comoção entre familiares, amigos e pessoas próximas a modelo, além de outras misses brasileiras. Fabiane será lembrada como uma pessoa simpática, atenciosa e divertida, além de bela.
A atual detentora da coroa, Marthina Brandt, 24 anos, contou ao G1 que recebeu a notícia ainda na madrugada desta quarta (29), por um amigo em comum, e foi surpreendida. A Miss Brasil 2015 fez elogios à Fabiane e diz ter boas lembranças dos eventos que frequentaram juntas.
"Fiquei muito triste, ela era uma pessoa que eu admirava muito. A cada ano ficava mais linda ainda. Sempre sorridente, muito elegante", afirmou Marthina, que está se preparando para passar a faixa adiante. Ela diz que esperava reencontrar Fabiane na final do concurso Miss Rio Grande do Sul, que acontece no dia 16 de julho em Novo Hamburgo.
"Todo mundo está bem chocado. Muitas pessoas me enviaram mensagens dizendo que não estavam acreditando. Até agora não assimilei. O Miss Rio Grande do Sul acontece em menos de um mês e eu esperava revê-la, como no ano passado", comenta.
A notícia também surpreendeu Rafaela Zanella, 29 anos, que conquistou os títulos de miss Rio Grande do Sul e miss Brasil dois anos após Fabiane, e hoje é médica.
“Ela era pessoa extremamente alegre, alto astral, divertida. E na minha opinião, uma das misses mais bonitas que o Rio Grande do Sul já teve. Estava sempre bem vestida”, disse Rafaela. “Era alguém em quem eu me espelhava bastante em concursos de beleza”, completou.
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Os terminais de ônibus estão cada vez mais movimentados, pois a população tem utilizado mais o transporte público que é a alternativa mais econômica de transporte na atualidade em relação aos veículos particulares.
Apesar desse grande movimento de pessoas, os atos de vandalismo e furtos têm acontecido nos terminais de ônibus– o Central e o Afonso Pena – em sua maioria em plena luz do dia, e o pior, não são denunciados em flagrante. Ou seja, a administração pública tem tomado conhecimentos dos fatos somente depois que o dano aconteceu e arca integralmente com os prejuízos – é dinheiro que poderia ser investido em Saúde, Educação ou ainda em mais conforto para passageiros.
De acordo com o Departamento de Transportes  da Secretaria de Transportes e Trânsito nos anos de 2015 e 2016 já foram gastos mais de R$130 mil para manutenção de danos causados pelo vandalismo.
Desde 2013 a Prefeitura de São José dos Pinhais tem reformado e tentado manter a estrutura e a manutenção dos dois terminais em dia.  A última reforma aconteceu em maio de 2016, porém durante as obras no banheiro do terminal central, antes da conclusão,  as tampas dos vasos sanitários foram quebrados e as torneiras foram furtadas.
Neste ano o Departamento de Transportes já registrou ocorrências de pichações, bancos quebrados, parafusos furtados e até  furto de duas portas dos banheiros do Terminal Afonso Pena. “ Vale salientar que boa parte dos danos causados são cometidos durante o dia, e o curioso que reclamações ou denúncia por parte da população nunca chegam até nós. Tomamos conhecimento somente através dos relatório da equipe de vigilância patrimonial e de vistorias de nossos fiscais”, comenta o diretor de Transportes, Tarlis Mattos.
Ao verificar um ato de furto ou vandalismo a população deve ligar no ato para a Guarda Municipal através do telefone 153, que tem acesso às Câmeras de Vigilância dos terminais e poderá identificar os agentes causadores dos danos, realizando a prisão em flagrante.
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A Secretaria da Segurança Pública e Administração Penitenciária do Paraná vai contratar 1.201 profissionais para trabalho temporário de um ano no sistema prisional. O salário é de R$ 2.330,57, e a inscrição é gratuita.
A seletiva ocorrerá via Processo Seletivo Simplificado (PSS). O prazo para se inscrever começa nesta quarta-feira (29) e termina em 5 de julho. Os candidatos devem ter Ensino Médio completo -confira o edital.
O PSS consiste em prova de títulos sobre escolaridade, aperfeiçoamento profissional e tempo de serviço na área de segurança de unidade penal, segurança de unidade policial civil com carceragem ou em atendimento a adolescente em privação e restrição de liberdade em unidade socioeducativa.

A jornada de trabalho é de 40 horas semanais, em regime de plantão 12 por 36 horas. Os selecionados terão direito a duas folgas por mês.
Das 1.201 vagas, 1.025 são para homens e 176 para mulheres. As vagas são para diversas regiões do Paraná.

Curitiba e região – 248 vagas
Londrina – 204
Cascavel – 174
Maringá – 147
Ponta Grossa – 132 para
Umuarama – 124
Cornélio Procópio – 80
Guarapuava – 56
Francisco Beltrão – 36
A previsão é de que os convocados comecem a trabalhar em 21 de julho deste ano.
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PP, PTB, PSC, PMDB, PEN, PT, PSDB, PR, PSB, PSD, DEM, PRB, PDT, PTN, PTdoB, PSL, SD, PCdoB, PPS, PHS, PV, PSOL, PROS, REDE, PMB, PRP e PRTB. Essa é a sopa de letrinhas dos 27 partidos que integram nossa Câmara de Deputados, a mais fragmentada do mundo.
A anormalidade brasileira é um dos fatores que explicam a enorme turbulência que se abateu sobre o sistema presidencialista brasileiro. Dezenas de partidos para negociar no Congresso e uma presidente com pouco traquejo político, junte-se a isso uma recessão econômica profunda e um gigantesco escândalo de corrupção, eis a receita para a maior crise em décadas.
Segundo levantamento publicado neste ano pela Universidade de Gotemburgo, na Suécia, o Brasil tem o maior número de partidos com força política na Câmara em um conjunto de 110 países monitorados.
A comparação internacional usou dados de 2011. Naquele ano, o número de partidos políticos efetivos do país era 11, segundo o Instituto de Qualidade de Governo da universidade. A média mundial era 4,1.
Para efeitos de comparação, considerando números arredondados, Índia tinha 8; Argentina, 7; Alemanha, 6; México, 4; e Estados Unidos, 2, os conhecidos partidos Democrata e Republicano.
Esse índice é o mais usado para fazer comparações internacionais. A partir de uma fórmula que leva em conta o número total de cadeiras na Câmara dos Deputados e a quantidade de parlamentares por legenda, calcula-se o número de partidos que têm votos suficientes para influenciar o resultado das votações.
Há consenso de que esse número subiu ainda mais nos últimos anos no país. Segundo cálculo do cientista político Michael Gallagher, especialista no tema da Universidade Trinity, na Irlanda, a quantidade de partidos políticos efetivos no Brasil deu um salto na última eleição, tendo passado de 11 em 2010 para 14 em 2014.
Segundo o cientista político Sérgio Abranches, o índice costuma ser um bom parâmetro do que se observa na prática sobre quantos partidos têm, de fato, poder de influenciar e bloquear discussões no Congresso.
Um número muito baixo de partidos pode indicar um problema de representação em países como grupos sociais diversificados. Já um índice alto indica maior dificuldade para o presidente formar uma base parlamentar que lhe dê governabilidade.

Coalizão cara

Abranches foi quem cunhou, no fim dos anos 1980, o termo "presidencialismo de coalizão" para classificar o sistema político brasileiro que nascia com a redemocratização. Ele previa que as grandes desigualdades sociais e regionais do país levariam ao crescimento do número de partidos, o que obrigaria à legenda vencedora das eleições presidenciais a se aliar com outras para poder governar.
O problema, nota ele, é que as regras eleitorais do país acabaram criando incentivos para a multiplicação dos partidos, levando a uma hiperfragmentação que torna "mais cara" a gestão da coalizão.
"Digo mais cara no sentido técnico da palavra, sem levar em consideração qualquer aspecto de corrupção. Exigem-se mais concessões do presidente, tanto no sentido de compartilhar o governo (com cargos), como no sentido de abrir mão de posições programáticas para encontrar uma mediana entre os partidos e implementar um conjunto de políticas públicas", explica ele.
A necessidade de conciliar muitos interesses e pensamentos diferentes acaba trazendo instabilidade para a coalizão. No caso da presidente afastada Dilma Rousseff, eram constantes os embates entre a base social do PT, em geral mais progressista, e partidos aliados de viés mais conservador.
"Isso cria tensões e disputas por espaço. E no caso do governo Dilma tem um outro elemento que é a própria incapacidade, dificuldade da presidente de gerenciar essa coalizão. Os ex-presidentes Lula e FHC tiveram uma capacidade maior de fazer isso", afirma a cientista política Denise Paiva, professor da Universidade Federal de Goiás.
O presidente interino Michel Temer tem colocado a boa relação com o Congresso como meta primordial de seu governo. Ao nomear seus ministros, privilegiou indicações das bancadas parlamentares e usou isso para justificar a ausência de mulheres no primeiro escalão.
Em entrevista à BBC Brasil no início de maio, pouco antes de o Senado aprovar seu afastamento, Dilma apontou justamente o grande número de partidos como um elemento que dificultava a governabilidade durante a crise econômica.
"Se você comparar o meu governo com os dois anteriores, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso governava com três, no máximo quatro partidos. Quando começa a expansão do ciclo econômico, não havia partido que desafiasse a popularidade do presidente Lula. Eu já vivo num momento em que o mundo entrou em crise. Ora, eu passo a precisar de 13 partidos, às vezes 14", reclamou.
"E no Brasil você não tem partidos políticos, com exceção de uns três, quatro, que são ideológicos. Os outros partidos formam-se através de agregação dos interesses os mais diversos. Então eles tendem a se dividir diante de fatos concretos", afirmou também.

Mais partidos

Há 35 partidos registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e, portanto, com acesso aos recursos do Fundo Partidário e a tempo de televisão para propaganda - ambos bancados com dinheiro público.
E a lista de novas siglas a serem criadas é vasta. No momento, há três em processo mais avançado no TSE: o Partido Liberal, o Partido dos Servidores Públicos e Privados e o Muda Brasil. Além disso, há outras 24 "em formação", também segundo o tribunal.
A maior parte do fundo partidário e do tempo de TV é distribuída para partidos com parlamentares eleitos, na proporção de suas bancadas. No entanto, mesmo siglas nanicas, sem representatividade no Congresso, recebem recursos e espaço gratuito de propaganda.
Para especialistas, isso incentiva a criação de "legendas de aluguel" - partidos sem relevância social mas que ganham poder ao negociar coligações com siglas maiores que buscam ampliar seu tempo de televisão.
"É importante que a pluralidade da sociedade seja representada no sistema partidário. Agora, nesse universo tão grande de 35 partidos, eles representam muito mais disputa entre elites, partido pequenos que existem para participar de determinadas coligações e dar nacos de poder a certos grupos", critica Paiva.
"Isso cria para o eleitor um problema de inteligibilidade. Como ele vai entender quais são as clivagens, as diferenças entre 35 partidos? Na verdade, muitas vezes nem existe (diferença)", ressalta a professora.

Reforma política?

A reforma política - uma grande revisão das regras do sistema político brasileiro - é frequentemente apontada por especialistas como caminho essencial para melhorarmos a democracia brasileira. No entanto, os cientistas políticos entrevistados pela BBC Brasil são céticos quanto a essa proposta e acreditam ser mais viável adotar mudanças pontuais e graduais.
Como as alterações de lei necessariamente passam pelo Congresso, é muito difícil que parlamentares eleitos pelas atuais regras aprovem mudanças radicais, com impactos muitas vezes imprevisíveis sobre o resultado das eleições seguintes, ressalta Abranches.
Na sua avaliação, um medida importante para reduzir a fragmentação partidária seria o fim das coligações nos pleitos proporcionais (eleição para vereadores e deputados). Nesse caso, os partidos se unem para aumentar suas chances de eleger ao menos um deputado federal, garantindo acesso ao Fundo Partidário e ao tempo de TV.
"Isso tiraria imediatamente incentivo às legendas de aluguel que se coligam a um partido grande para poder dar a ele alguns segundos de televisão em troca de um pouco de financiamento e a possibilidade de eleger eventualmente um ou poucos parlamentares", observa.
Outra proposta seria a adoção de uma "cláusula de barreira" - criação de um patamar mínimo de votos para permitir que o partido eleja parlamentares e tenha acesso ao Fundo Partidário e tempo de televisão.
O Congresso já chegou a aprovar duas vezes na última década um mecanismo do tipo, mas o Supremo Tribunal Federal considerou o limite inconstitucional, já que a Constituição brasileira prevê o princípio do pluripartidarismo.
Abranches nota que essas restrições tendem a acabar com partidos que, embora menores, têm consistência ideológica, como PSOL e Rede. Nesse caso, diz, a tendência seria que se abrigassem como correntes dissidentes dentro de legendas maiores.
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