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Entre rimas e desafios, rapper Diogo Banks se destaca com composições próprias e promete ser um dos grandes nomes do gênero na cidade e no estado


Ele tem apenas 23 anos de idade e já é considerado uma das grandes promessas artísticas da cidade de São José dos Pinhais. Diogo Banks é o nome artístico de Diogo Lima, cantor e compositor de Rap.
Nascido em São José dos Pinhais-PR, ele descobriu o talento quando tinha menos de 2 anos de idade. Foi aqui no município que ele cresceu e descobriu o talento que tinha para ser rapper.
Além dos trabalhos próprios, ele já gravou participações especiais com os amigos a musica "Você é Bonita" Diogo Banks feat Lil Clever. Humilde, não esconde de ninguém o sonho de ser conhecido nacionalmente e mostrar a todos suas composições. Na entrevista desta semana, Banks conta a história, desafios e conquistas. Confira:

Nos conte um pouco de sua trajetória: sempre gostei de musica desde os 2 anos de idade eu me lembro que  na época minha mãe escutava muito sertanejo ai eu sempre estava do lado escutando junto, lembro também que eu gostava muito de Mamonas Assassinas  e então foi naquela época em 94 que peguei  paixão pela musica, em 2003 eu conheci o rap através da musica capitulo 4 versículo 3 Racionais M'cs, foi depois daquele som que comecei a faze as primeiras rimas, que só ficavam no papel (risos), ate que em 2010 conheci um amigo e lançamos  a primeira musica com o nome: Diogo Banks feat lil Clever musica:você e bonita. Dai só foi progresso as rimas  foram evoluindo fui lançando musicas novas a galera ia gostando e divulgando 
 Em 2012 parei de canta porque  meu filho nasceu e resolvi da mais atenção para ele, ai agora em 2016 que voltei a lançar as musicas.

Em quais artistas e bandas você se inspira para compor? E um sonho a realizar-se? Hoje me inspiro muito em Hungria Hip Hop, e tribo da periferia.Meu sonho ainda e cantar pra uma multidão que admira o Rap e o melhor de tudo q faço por amor e não por dinheiro.

Atualmente você está com alguma musica para publicar, ou pretende compor algo ?
Estou com duas musicas para gravar elas já foram produzidas, que a partir do mês que vem vou criar uma serie no meu canal que se chama Rimando pros Mitos,e o primeiro a ser homenageado vai ser o Ronaldinho Gaúcho, com o Rap do Ronaldinho.



Já sofreu preconceito por ser rapper?
Cara o Rapper ele já e meio descriminado porque ele vem do povo humilde, e ai o  povo da classe média e  alta sociedade já acaba  julgando por ser um estilo diferente que fala sobre dificuldades histórias etc.

Qual é o papel do Rap na sociedade?
Eu defino o papel do Rap na sociedade como revolução através de  palavras, acredito que a maioria da sociedade ainda vai se conscientizar   e prestar atenção nas letras  e  irão passar a não descrimina o Rap brasileiro.Pode servir de incentivo a alguém que vive em um lugar pobre, violento e sem oportunidades, mostrando que pode sim ser importante independentemente de onde veio, que tem direito a sonhar e que deve lutar por esse sonho.

Você começou sua caminhada muito cedo. Qual foi a influência do Rap na sua vida?
Acredito que o Rap me fortaleceu, fez parte da minha formação como pessoa e de certa forma me fez também mais disciplinado. Foi onde eu saciei a necessidade de me expressar, me posicionar, aplicar minha visão de mundo e de mudanças. Também fiz muitos amigos através do Rap. Hoje, não consigo imaginar o que seria de mim sem minha rima.


Como você avalia a cena do Rap hoje no país?
Eu avalio como um forte movimento que só tem a progredi, o Rap de uns anos para cá, evoluiu muito e vem ganhando muito espaço no cenário musical  e no Brasil.

O que te inspira na hora de compor um som e o que é mais difícil,interpretar ou compor? 
oque me inspira são os momentos que eu vivo,acho que  interpreta e mais difícil em determinado momento, apesar que ainda não me apresentei publicamente ate hoje.

Além de Rap, você compõe outros estilos?Sua família e seus pais lhe apoiam?
Não no momento só me dedico para o Rap,e minha família  graças a Deus me  apoiam sim.

Contatos pra Shows e Eventos
Email: diogoolima20@live.com 
Instagram: diogobanksoficial
Facebook: Diogobanksoficial
Youtube:Diogobanksoficial


Gostou desta entrevista? Sugira a próxima através do e-mail Eduardojareck@hotmail.com

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Direção 
Eduardo Jareck




Na manhã desta quinta-feira (4) o prefeito de São José dos Pinhais, Luiz Carlos Setim, acompanhado da primeira dama, Neide Setim, realizaram o cadastro biométrico dos seus títulos eleitorais no Cartório do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Município. O cadastramento para os aproximados 190 mil eleitores são-joseenses começou no último dia 13 de outubro, segue até o próximo dia 31 de março, e quem não comparecer terá o título cancelado.
Para realizar a atualização dos títulos eleitorais o TRE em São José dos Pinhais conta com uma estrutura com 120 atendentes, 55 guichês e atendimento das 9h às 18h, o que possibilita cadastrar biométricamente até 1,5 mil eleitores por dia. No início dessa semana mais de 108 mil cidadãos passaram pelo processo.
Para agilizar, o TRE recomenda que os eleitores façam o agendamento pela internet, acessando a página eletrônica do Tribunal Regional Eleitoral (www.tre-pr.jus.brlink eleitor, opção Agendar atendimento ao Eleitor). Não é obrigatório agendar o atendimento, porém, com horário marcado, o tempo para realizar o cadastro chega a 15 minutos. Já o eleitor que comparecer diretamente no TRE pode ter que esperar mais de 1h para ser atendido.
Para o prefeito Luiz Carlos Setim, além de ser um avanço tecnológico, a biometria exclui totalmente a possibilidade de uma pessoa votar pela outra. “É um processo seguro e avançado. Por isso, é bom que todo eleitor são-joseense programe o seu agendamento e venha ao Cartório do TRE fazer seu cadastramento biométrico que, além de ser um exercício à cidadania, é uma forma de se manter rigorosamente em dia com a Justiça Eleitoral”.
O Tribunal Regional Eleitoral está localizado na Rua Ângelo Zen, 82, no Centro.
Informações: (41) 3283-5597
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O reajuste anual das tarifas de transporte coletivo em São José dos Pinhais está em vigor desde a última segunda-feira (1). O valor para as Linhas Urbanas ficou em R$3,30, para as Linhas Metropolitanas que não integram o sistema de Curitiba ficou em R$4 e para linhas que integram ao sistema de Curitiba a tarifa ficou em R$3,80.
A tarifa das Linhas Urbanas, que é definida em contrato entre as empresas de transporte e a Prefeitura de São José dos Pinhais, por meio da Secretaria de Transportes e Trânsito,  teve reajuste conforme Decreto 2.306/2016, e passou de R$2,85 para R$3,30 em todas as linhas Urbanas mantendo-se a Integração Intertemporal.
“Em dezembro, quando as linhas urbanas passaram a funcionar sem cobradores, houve redução no custo da tarifa para as empresas e esta redução do custo foi repassada aos usuários do transporte coletivo. Anualmente há o reajuste de tarifa previsto em contrato, que leva em consideração fatores como inflação, aumento dos combustíveis, salários, entre outros. Mesmo com o reajuste em 2016, a redução concedida no valor da passagem das linhas urbanas em São José dos Pinhais permaneceu, tanto que o valor da tarifa urbana em nosso Município é 50 centavos mais barato do praticado em Curitiba”, explica o secretário de Transportes e Trânsito, Claudio Alves.
A Integração Intertemporal é a modalidade na qual a integração pode ser feita pelo usuário do transporte coletivo  em qualquer ponto da cidade sem a necessidade de ir até os terminais para integração. Com o valor de uma passagem, desde que seja no mesmo sentido de deslocamento, o usuário pode descer do ônibus e embarcar em outro em até 1 hora, a contar do primeiro embarque, acrescido do tempo de viagem.
Com relação às linhas Metropolitanas, a definição das tarifas de todos os municípios da Região Metropolitana de Curitiba (RMC), é de competência da Coordenação da Região Metropolitana de Curitiba (Comec) da Secretaria do Desenvolvimento Urbano do Governo do Paraná. A Comec definiu os reajustes de valores que variam de R$3,70 à R$5,70 nas linhas convencionais e R$13,00 para as linhas Executivas, conforme a quilometragem rodada e a integração ou não com o Sistema de Curitiba.
Em São José dos Pinhais a integração com Curitiba por meio do Terminal Afonso Pena, nas linhas que já existiam, foi mantida. Quem vai para Curitiba com as Linhas E11-Terminal Boqueirão/ Terminal Afonso Pena, E01-Curitiba/Urano e E03-Curitiba/Afonso Pena, continuará pagando somente a Tarifa Urbana R$3,30 e ao realizar a integração que se dá somente no Terminal Afonso Pena, não pagará outra tarifa ao validar o seu cartão na catraca do ônibus.
Também para o retorno de Curitiba para São José dos Pinhais igualmente se mantém a integração no Terminal Afonso Pena onde o usuário não pagará nenhum valor extra ao validar o seu cartão nas catracas das linhas Urbanas de São José dos Pinhais.

Linhas e os respectivos valores a partir de 1º de fevereiro de 2016
EMPRESA : SÃO JOSÉ

CÓDLINHACATEGORIATARIFA (R$)MUNICÍPIO
208AEROPORTOLinha Direta3,80São José dos Pinhais
E07SÃO JOSÉ / BOQUEIRÃOLinha Direta3,80São José dos Pinhais 
E11T.BOQ. / T. AFONSO PENAAlimentador3,80São José dos PinhaisIntegração com
São José dos Pinhais
somente no Terminal Afonso Pena
E21T.BOQ. / CENTRO SÃO JOSÉAlimentador3,80São José dos Pinhais
I20COLOMBO / SÃO JOSÉIntercidades3,80Colombo / Pinhais / São José dos Pinhais
SISTEMA NÃO INTEGRADO DE TRANSPORTE METROPOLITANO

EMPRESA : GRACIOSA
CÓDLINHACATEGORIATARIFA (R$)MUNICÍPIO
E71CTBA / JD. IPÊConvencional4,00São José dos Pinhais
E72CTBA / JD. IZAURAConvencional4,00São José dos Pinhais
E73CTBA / JD. CRUZEIROConvencional4,00São José dos Pinhais

EMPRESA : MARUMBI
CÓDLINHACATEGORIATARIFA (R$)MUNICÍPIO
E75CTBA / JD. CRISTALConvencional4,00São José dos Pinhais
E76CTBA / POSTO PARISConvencional4,00São José dos Pinhais
E77CTBA / GUATUPÊConvencional4,00São José dos Pinhais
E78CTBA / ROSEIRAConvencional4,00São José dos Pinhais

EMPRESA : SÃO JOSÉ
CÓDLINHACATEGORIATARIFA (R$)MUNICÍPIO
E01CTBA / URANOConvencional4,00São José dos PinhaisIntegração com
São José dos Pinhais
somente no Terminal Afonso Pena
E02CTBA / APOLOConvencional4,00São José dos Pinhais
E03CTBA / AFONSO PENAConvencional4,00São José dos PinhaisIntegração com
São José dos Pinhais
somente no Terminal Afonso Pena
E05CTBA / SÃO JOSÉConvencional4,00São José dos Pinhais
E62PEDRO MORO / VILA HAUERConvencional4,00São José dos Pinhais
E63PRADO VELHO / PEDRO MOROConvencional4,00São José dos Pinhais
E67CTBA / BRAGA (VIA OURO FINO)Convencional4,00São José dos Pinhais
E68CTBA / QUISSISSANAConvencional4,00São José dos Pinhais
E69MAD. CTBA / SÃO JOSÉConvencional4,00São José dos Pinhais
E64AEROPORTO / CENTROExecutivo13,00São José dos Pinhais
E74AEROPORTO / RODOFERROVIÁRIAExecutivo13,00São José dos Pinhais

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O litoral do Paraná é o destino mais procurado na Rodoferroviária de Curitiba para este carnaval. De acordo com a Urbanização de Curitiba (Urbs), que administra o terminal, dos 54 mil passageiros que devem embarcar na capital paranaense, 40% seguirão para as praias.
A estimativa é de que o dia de maior movimento seja sexta-feira (5), quando 790 ônibus, com 26,5 mil passageiros, devem sair da rodoviária. Para sábado (6), devem sair mais 550 veículos com mais 18,5 mil pessoas. No domingo (9), a previsão é de 390 ônibus com nove mil passageiros.

Depois do litoral paranaense, os destinos mais procurados são as praias catarinenses, com 25% da preferência, cidades do interior, com 17%, e São Paulo e cidades próximas, correspondendo a 12% da procura.

Estradas
De acordo com a concessionária Ecovia, administradora da BR-277 sentido Litoral, quase 200 mil veículos devem viajar durante este carnaval. Esse volume, segundo a concessionária, representa alta de 15% em relação a 2015.

Na sexta-feira, 30 mil veículos devem descer ao litoral. O pico de automóveis na estrada – 2,5 mil no sentido Paranaguá – está previsto entre 20h e 21h. Já no sábado, o movimento é esperado para as primeiras horas da manhã, entre 7h e 8h.
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O Brasil não está compartilhando amostras e dados o suficiente sobre o zika para permitir que pesquisadores determinem se o vírus está realmente por trás dos casos de microcefalia, afirmam autoridades dos EUA e da Organização das Nações Unidas (ONU).

A falta de dados está forçando laboratórios americanos e europeus a trabalharem com amostras de surtos anteriores e está frustrando esforços para desenvolver testes diagnósticos, drogas e vacinas. Cientistas afirmam que não são capazes de acompanhar a evolução do vírus.
Um dos principais problemas parece ser a legislação brasileira. No momento, é tecnicamente ilegal para pesquisadores e institutos brasileiros compartilhar material genético, incluindo amostras de sangue contendo zika e outros vírus.
"É um assunto muito delicado, esse compartilhamento de amostras", afirmou Marcos Espinal, diretor de doenças comunicáveis da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Espinal afirma que o problema deve ser resolvido por meio de discussões entre os presidentes dos EUA e do Brasil. Ele afirma que o papel da OMS é majoritariamente o de estimular países a compartilharem. Segundo ele, porém, é provável que o Brasil tenha providenciado menos de 20 amostras até agora para colaboradores fora do país.
"Não é possível deixar isso para ser resolvido depois", ele afirmou. "Esperar é sempre arriscado durante uma emergência."
Bioburocracia
Em maio de 2015, quando os primeiros casos de zika estava emergindo no Brasil, a presidente Dilma Rousseff sancionou uma nova lei para organizar como pesquisadores usam os recursos genéticos do país. Mas o arcabouço legal não foi regulamentado ainda, deixando cientistas em um limbo jurídico.
"Até que a lei seja implementada, somos legalmente proibidos de enviar amostras para fora", afirmou Paulo Gadelha, presidente da Fundação Oswaldo Cruz, um dos maiores centros de pesquisa em doenças tropicais no país. "Mesmo quando queremos mandar esse material para o exterior, não podemos, porque é considerado um crime."
A proibição não necessariamente significa que pesquisadores estrangeiros não possam ter acesso a amostras. Algumas foram compartilhadas com os EUA, incluindo amostras de tecido de dois recém-nascidos que morreram e dois fetos recentemente examinados pelos Centros de Controle e Prevenção dos EUA (CDC).
Mas uma autoridade americana afirmou que isso não é suficiente para desenvolver testes precisos para o vírus ou determinar se o zika está de fato por trás do recente aumento no número de casos de defeitos congênitos. O fenômeno fez a OMS declarar o vírus uma emergência internacional na segunda-feira (1º).
'Contrabando' de amostras
Dada a escassez de amostras brasileiras, autoridades sanitárias ao redor do mundo estão recorrendo a cepas (linhagens) antigas do vírus – ou discretamente obtendo-as de pacientes por meio de instituições privadas.
Um funcionário de saúde dos EUA que concedeu entrevista sob anonimato afirma que os CDC estão trabalhando com uma linhagem de zika de um surto de 2013 na Polinésia francesa para aperfeiçoar seus testes. Pesquisadores americanos tentando sequenciar o código genético do zika se viram obrigados a trabalhar com amostras de vírus de Porto Rico pela mesma razão.
Na Inglaterra, pesquisadores estão usando amostras obtidas na Micronésia, no Pacífico, onde ocorreu um surto em 2007. Os franceses estão usando amostras da Polinésia e da Martinica. Na Espanha, cientistas obtiveram uma linhagem de Uganda, por intermédio dos EUA.
Nem mesmo Portugal, país que compartilha laços históricos com o Brasil, não possui cepas brasileiras do vírus. O Instituto Nacional de Saúde em Lisboa afirma que seus testes são baseados em uma cepa obtida dos EUA nos anos 1980, ente outras.
Alguns pesquisadores estão contornando a burocracia brasileira ao obter amostras enviadas a eles por laboratórios de diagnósticos privados, afirma Jonas Schmidt-Chanasit, especialista em doenças transmitidas por mosquitos no Instituto Bernard Nocht de Medicina Tropical em Hamburgo, Alemanha.
"É quase impossível conseguir amostras do país", diz. "Elas não estão vindo por canais governamentais oficiais. Nossa única fonte são pessoas ricas que querem um diagnóstico."
Condenação pública
Em público, autoridades sanitárias têm elogiado o clima de colaboração. A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, afirmou na segunda-feira que o Brasil e o EUA estavam trabalhando "muito de perto" nos estudos. Quando questionado sobre o compartilhamento de amostras, Anthony Fauci, diretor do Instituto Nacional de Doenças Alergênicas e Infecciosas dos EUA (NIAID), disse: "Não acho que seja um problema".
Nos bastidores, a história é outra.
Quatro autoridades da OMS, concedendo entrevista sob anonimato, afirmaram que o Brasil não está passando informação atualizada suficiente a parceiros internacionais. "A OMS não obteve nada de lá, nenhuma descoberta clínica ou de laboratório", afirmou um deles.
Ben Neuman, virologista da Universidade de Reading, na Inglaterra, afirma que milhares de amostras – ou ao menos centenas – são necessárias para rastrear o vírus e determinar como ele está se modificando. "A ciência só funciona quando compartilhamos", disse.
"O problema de compartilhamento de vírus não está limitado ao Brasil", afirma Gadelha, da Fiocruz. "Isso não é um problema unilateral, é global", afirmou.
Mais de uma década atrás, a OMS enfrentou um problema similar quando a Indonésia se recusou a entregar amostras de gripe aviária, argumentando que cientistas ocidentais as usariam para fabricar drogas que o país não poderia adquirir.
Lawrence Gostin, diretor do Centro de Colaboração para Legislação Sanitária e Direitos Humanos da Universidade de Georgetown, em Washington, afirma que não há regras que obriguem governos a entregar vírus, tecidos ou informações biológicas. "Se países não compartilham, a única repercussão que enfrentam é a condenação pública", diz.
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A chuva forte que caiu na tarde desta terça-feira (2) no Paraná provocou estragos em Maringá, no norte do estado, e em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC).

No município do norte, várias árvores foram derrubadas por uma ventania, de acordo com a Defesa Civil. Ao menos dez ocorrências deste tipo foram atendidas até as 18h.
Em um dos casos, no Parque Residencial Tuiuti, a árvore caiu sobre o barracão de uma marcenaria, que desabou completamente. O dono, Carlos Alberto Alves, estava sozinho dentro do imóvel. Ele diz que conseguiu escapar porque ouviu a árvore batendo na porta e correu para os fundos. Os escombros caíram em cima dele, mas ele escapou sem qualquer arranhão.
"Eu vi quando começou a retorcer a cobertura. Começou a cair, eu ouvi uma pancada muito forte. Corri para o fundo. Quando corri, vi tudo vindo em cima e eu fui para o lado. A sorte é que tem uma estrutura de ferro que eu construí para segurar umas chapas e que segurou a árvore. Acabou com a marcenaria", lamenta o comerciante.
Alves relata que avisou um sobrinho, que mora em frente, correu para socorrê-lo. "Fiquei fechado lá dentro. Chamei o meu sobrinho, que mora em frente. Falei: 'Carlos, só desliga a luz, porque tem fio passado e está molhado. Fiquei com medo de levar choque. Aí eu peguei a chave que abre a portinha do fundo, eles conseguiram me localizar. Vieram até mim, eu joguei o martelo, e consegui sair".
Também houve vários pontos de alagamento em Maringá. Por volta das 18h, continuava chovendo forte na região. Até o mesmo horário, não havia um balanço dos estragos causados na cidade.
São José dos Pinhais
Em São José dos Pinhais, os bairros São Cristóvão e Afonso Pena também foram atingidos pela chuva forte. De acordo com o Corpo de Bombeiros, várias casas estão alagadas na rua Tenente Luiz de Oliveira Quadros, no São Cristóvão. Alguns estabelecimento comerciais na rua Almirante Alexandrino, no Afonso Pena, também foram invadidos pela água. Não há feridos.
A entrada do aeroporto Afonso Pena, na bifurcação com a rodovia BR-376, está interditada. Conforme a Defesa Civil, o Rio Ressaca, que fica às margens da BR-376, transbordou. A água, segundo moradores, invadiu casas vizinhas ao terminal e chega até a 1,5 metro em alguns locais.
O Instituto Metereológico Simepar alerta que as chuvas fortes devem continuar até o fim desta terça-feira. A previsão é de que o tempo fique chuvoso até o fim de semana.
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